Como a liberdade de escolha energética está impulsionando sustentabilidade, governança e competitividade no setor corporativo brasileiro.
A energia deixou de ser apenas custo — virou estratégia
Durante muitos anos, a energia elétrica foi tratada dentro das empresas como um item operacional: um centro de custo inevitável, com pouca margem de decisão.
Mas esse cenário mudou.
O crescimento do Mercado Livre de Energia no Brasil vem transformando a forma como as empresas planejam suas operações, seus investimentos e, cada vez mais, suas políticas de sustentabilidade e ESG.
Hoje, energia deixou de ser apenas despesa. Ela se tornou um elemento central na construção de negócios mais eficientes, responsáveis e alinhados às exigências do mercado moderno.
O avanço do Mercado Livre confirma uma tendência irreversível
Os números mostram que a migração para o ambiente livre já é uma realidade consolidada nos principais setores econômicos.
Segundo dados recentes da Abraceel, o Mercado Livre já responde por:
| Setor | Participação do Mercado Livre no consumo |
| Indústria | 95% do consumo nacional |
| Comércio | 47% do consumo nacional |
Além disso, o Brasil encerrou 2025 com quase 83 mil unidades consumidoras no ACL, com crescimento anual superior a 35%.
Esse movimento não é apenas econômico. Ele é estrutural — e aponta para uma mudança definitiva na forma como empresas se relacionam com energia.
Por que o Mercado Livre se tornou um impulsionador de ESG?
O ESG deixou de ser um conceito aspiracional. Hoje, ele é um critério concreto de decisão para investidores, clientes e cadeias globais de fornecimento.
E o Mercado Livre se encaixa diretamente nessa agenda porque permite algo essencial:
escolha, rastreabilidade e gestão ativa da energia consumida.
A seguir, fica claro como essa transformação se conecta aos três pilares do ESG.
E — Ambiental: energia renovável como decisão estratégica
No Mercado Livre, empresas podem contratar energia proveniente de fontes incentivadas e renováveis, como:
- Eólica
- Solar
- Biomassa
- Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs)
Isso permite reduzir significativamente a pegada de carbono e sustentar metas ambientais com mais consistência.
Benefícios ambientais diretos:
- Redução de emissões associadas ao consumo energético
- Apoio à transição energética nacional
- Possibilidade de relatórios e certificações de energia limpa
- Alinhamento com compromissos climáticos globais
Energia limpa deixa de ser apenas discurso e passa a ser uma decisão contratual.
S — Social: sustentabilidade também é competitividade e impacto
O componente social do ESG pode parecer menos tangível, mas é igualmente relevante.
Quando uma empresa reduz custos estruturais com energia e ganha previsibilidade, ela abre espaço para:
- Investir mais em pessoas e expansão
- Sustentar operações em regiões mais competitivas
- Gerar empregos e desenvolvimento local
- Fortalecer sua reputação junto a consumidores e comunidades
Além disso, organizações que demonstram responsabilidade energética tendem a ganhar vantagem em mercados que valorizam impacto positivo e transparência.
G — Governança: gestão energética é gestão de risco
Governança é, no fundo, a capacidade de tomar decisões estruturadas e transparentes.
E energia se tornou um dos principais temas de risco corporativo, devido a fatores como:
- volatilidade de preços
- mudanças regulatórias
- pressão por metas ESG
- exigências crescentes de compliance e rastreabilidade
No Mercado Livre, a empresa assume um papel ativo:
- define estratégia de contratação
- planeja orçamento energético
- estrutura políticas internas
- cria governança sobre consumo e eficiência
Em outras palavras: energia deixa de ser passiva e passa a ser gerida como ativo estratégico.
O Mercado Livre como ferramenta de posicionamento empresarial
Empresas que migram para o ACL não estão apenas economizando.
Elas estão sinalizando ao mercado que possuem:
- visão de longo prazo
- maturidade estratégica
- compromisso ambiental real
- governança sobre custos e riscos
O Mercado Livre se tornou uma ponte entre eficiência financeira e responsabilidade corporativa.
Tendências para 2026: ESG e energia caminham juntos
O setor energético entra em 2026 com tendências claras:
- aceleração da transição energética
- digitalização e inteligência na gestão de consumo
- expansão do Mercado Livre para novos perfis empresariais
- crescimento das exigências ESG em contratos e cadeias globais
Ou seja: empresas que se antecipam agora constroem vantagem competitiva para os próximos anos.
Energia é uma das decisões mais estratégicas do ESG moderno
O Mercado Livre de Energia está deixando de ser apenas uma alternativa de contratação.
Ele se tornou um dos principais instrumentos para empresas que desejam:
- reduzir impacto ambiental
- fortalecer reputação
- melhorar governança
- competir com eficiência e responsabilidade
No mundo corporativo atual, sustentabilidade não é apenas uma pauta. É uma estratégia. E energia está no centro dela.
Se a sua empresa quer avançar nessa agenda com segurança e clareza, a Deal Comercializadora está pronta para apoiar essa jornada no Mercado Livre, unindo inteligência de contratação, visão de longo prazo e compromisso com resultados.
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